quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Minha amiga secreta é...

Uma arteira de "mão cheia", faz trabalhos lindos, fiquei encantada com eles...



Ela também gosta de muitas flores...

Tem uma amiguinha de 4 patas que é uma fofura...

Me fez rever a cidade que foi palco da lua de mel dos meus pais a 50 anos atrás, e que conheci bem pequena, com uns 8 anos mais ou menos e guardo recordações muito boas... quero com certeza voltar lá.

Acho que somos da mesma "terrinha"... cariocas uuhhh!!! Ela é professora de uma matéria que sempre me aterrorizou...

Ela é a Márcia Ruiz !! Vão lá conhecer seu cantinho e seus trabalhos é só clicar no nome ou no logo abaixo:



http://patchesmarcia.blogspot.com.br

Márcia gostei muito de conhecer teu cantinho e teus trabalhos, que essa seja uma oportunidade de uma nova amizade.
Bjos, Lú.

Obs: Todas as fotos aqui postadas são de autoria da Márcia Ruiz.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Rocambole com Recheio de Doce de Leite e Morangos.



Esse também fiz para o meu aniversário.
Não fazia rocambole por experiências anteriores não legais, mas minha vizinha me ensinou essa receita e a dica do pano molhado, para enrolar e deixar até a hora de colocar a cobertura. Ficou ótimo e agora passou o medo de fazer rocambole.

Primeiro faça o recheio, enquanto esfria você faz a massa.

Recheio:
-2 xícaras de leite
-1 xícara de doce de leite
-2 gemas
-2 colheres (sopa) de amido de milho

Bata tudo no liquidificador. Coloque em uma panela e leve ao fogo até engrossar e soltar da panela. Use frio.

Massa:
-6 ovos
-6 colheres (sopa) de açúcar
-6 colheres (sopa) de farinha de trigo
-6 colheres (sopa) de leite
-1 colher de (chá) de emustab
-1 colher (sopa) de fermento para bolo

Bata os ovos com o açúcar, depois vá acrescentando o leite  e a farinha, bata bem, junte o emustab e por último o fermento. Coloque em uma fôrma untada e polvilhada e leve ao forno preaquecido por + ou - 30 minutos, deixe dar uma coradinha. Vire a massa ainda quente sobre um pano de prato úmido, espalhe o recheio (eu coloquei morangos picados por cima do recheio) e enrole, não tem problema se quebrar, deixe com o pano por cima e leve a geladeira até a hora de colocar a cobertura.



Cobertura: fiz de chantily (comprei aqueles de caixinha), enfeitei com morangos e chocolate derretido.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

♡ Este Momento #48





Um ritual de Sexta-feira. Uma simples foto - sem palavras - capturando um momento da semana. Um momento simples, especial e extraordinário. Um momento que eu quero parar, saborear e recordar. Ideia original de Soule Mama.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Ler Devia ser Proibido.


Ler Devia Ser Proibido...

"Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Dom Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram, meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.

Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.

Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?

Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.

Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.

Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.

Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade. O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas leem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais, etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?

É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova… Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.

Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos. Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.

Além disso, a leitura promove a comunicação de dores e alegrias, tantos outros sentimentos… A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano."


Guiomar de Grammont

sábado, 6 de dezembro de 2014

Trabalhinhos e Casa para o Natal.



Consegui terminar trabalhinhos de Natal que aprendi com uma amiga muito querida que agora em janeiro fará 87 anos com a graça de Deus. O nome dela é Otília, está sempre pronta a aprender e ensinar, muito ativa não para nunca.
 

Ainda tenho muito a praticar, pois a costura em peças redondas é difícil pra mim. O primeiro já viajou para o Rio de Janeiro com o meu Pai, presentinho para minha Mãe, que já colocou em sua mesa, e eu feliz, feliz !!








Esse ano consegui enfeitar a casa desde novembro, coisa raríssima. Acho que o que me motivou mais foi a Neta que agora já participa de tudo e vibra muito. A felicidade dela quando viu tudo enfeitado e iluminado é indescritível, maravilhoso demais !!








Cada cantinho tem um detalhe, depois mostro mais.

Um lindo e abençoado Sábado.
Bjos, Lú.